sábado, 31 de outubro de 2009
Livros livros são
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
De Maria
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Como se não bastasse

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Croniquinha
sábado, 19 de setembro de 2009
Do fumante, ao fascista passivo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Lançou-se

quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Errata
domingo, 6 de setembro de 2009
Blá blá blá
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Clarín: “Kirchner vai ao Brasil em homenagem a Ismo a esmo”
Berliner Zeitung: “Economia entra em recessão no aniversário de Ismo a esmo”
Diário de Coimbra: "Coimbra envia parabéns a Ismo a esmo"
The New York Times: “Obama diz: Yes, they can”
Corriere Della Sera: “Berlusconi proíbe Ismo a esmo na Itália”
Folha de S. Paulo: “Paulista pára e recebe milhares em homenagem a Ismo a esmo”
Jyllands-Posten: “Escandinávia em festa: parabéns, Ismo a esmo”
El País: “Gripe suína mata três em aniversário de Ismo a esmo”
segunda-feira, 17 de agosto de 2009

domingo, 9 de agosto de 2009
Caras Cartas III
sábado, 8 de agosto de 2009
Caras Cartas II
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Fora Sarney

sexta-feira, 31 de julho de 2009
Inspiração
Me ocorreu hoje a leitura de algumas palavras de Fernando Pessoa sobre o assunto, e por isso volto a tratar dele. Num dos fragmentos reunidos no livro “Heróstrato e a busca da imortalidade”, Pessoa diz: “(...)essa coisa peculiar chamada inspiração — um termo sem sentido e uma realidade.” E adiante arrisca uma definição, das mais abstratas, para o termo: “Não um lume que se eleva numa chama, mas um toro acendido com um lume exterior, que se torna seu — isto é a inspiração...”
Essa tentativa de definição do termo inspiração lembra-me uma pequena história, conhecida aqui por campinas. Passou-se em tempo antigo, à época do bom ensino público, numa das salas do Colégio Culto à Ciência. Lecionava nela a professora de português Quinita Sampaio, que certo dia solicitou aos estudantes redações com o tema “Inspiração”. E sucedeu à professora uma surpresa. Um de seus alunos, maroto, lhe entregou sua folha praticamente em branco. Em letras destacadas, escrevera somente duas palavras: “Sem inspiração”.
A nota atribuída a tal redação foi Dez. E muito me orgulho de ser neto dessa professora. A história que ela protagoniza é bela e bem define o termo “inspiração”. É uma definição em abstrato, é verdade, subjetiva e sublime. Não creio ser capaz, e nem devo traduzi-la nessa postagem — cabe à minha leitora e ao meu leitor tal papel. Digo somente ser uma definição quase perfeita, e por si só inspiradora — uma definição nota dez.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Sobre nomes
O caso acima é perdoável. Crianças costumam ser afobadas, não se concentram no que leem. Eu provavelmente prestava mais atenção no meu pai, enquanto lia, do que no próprio jornal. Ademais, na terceira tentativa, proferi com perfeição o nome da tal celebridade, o que fez de meu desempenho infantil até que razoável. O problema são os equívocos, em relação aos nomes, nos acompanharem até idade mais avançada. E isso aconteceu comigo. Não mais, é bem verdade, no caso da leitura — a ela, com o passar dos anos, passei a dar mais atenção —, mas sim com a audição, que tende cada vez mais a nos trair, com o passar dos mesmos anos.
Até pouco tempo atrás, ao ouvir o nome de Zeca Baleiro, por exemplo, jurava eu que se tratava de um artista chamado Zé Cabaleiro. Erro parecido cometia com Elba Ramalho. Pensava, na verdade, tratar-se de El Barramalho (talvez alguma espécie de vilão de filme americano, em lugar de cantora brasileira). Ney Latorraca, do mesmo modo, não escapou de minhas interpretações bizarras. Por longos anos, tive-o por uma tal Neyla Torraca, trocando-lhe impiedosamente o gênero.
O último caso que me ocorreu foi o do apresentador João Palomino, da excelente ESPN Brasil. Até dias atrás, pensava eu se tratar do apresentador João Paulo Omino, e quebrei a cara lendo seu nome. Mas esse equívoco, bem como o de minha leitura infantil de Regina Duarte, é perdoável, acredito. Afinal, convenhamos, Palomino não é lá sobrenome de se ter...